Museu do Louvre reabre depois do furto roubo de joias

O museum francês contém obras com valores inestimáveis de pintores e esculturas.

O museu mais visitado e conhecido do mundo, o Louvre, em Paris, reabre nesta quarta-feira (22), três dias após o roubo de oito joias do acervo da coroa francesa, avaliadas em cerca de 88 milhões de euros – o equivalente a mais de R$ 550 milhões.

Como aconteceu

O crime ocorreu por volta das 9h30 (madrugada no Brasil), cerca de 30 minutos após a abertura do museu. Segundo as autoridades francesas, quatro homens participaram da ação.

Dois criminosos invadiram o prédio pela fachada voltada ao Rio Sena, com um guindaste acoplado a um caminhão para alcançar uma janela da Galeria de Apolo,onde ficam as joias da coroa francesa. A dupla quebrou os vidros, entrou no local e destruiu as vitrines para retirar as peças.

Em seguida, fugiram em motocicletas com a ajuda de outros ladrões. Ninguém ficou ferido, e os alarmes do museu foram acionados conforme o protocolo de segurança.

O que foi levado

Segundo o Ministério Público da França, nove peças foram retiradas do museu, mas uma delas – a coroa da imperatriz Eugênia, esposa de Napoleão III – foi recuperada horas depois, danificada, em uma rua próxima ao Louvre.
Entre os itens ainda desaparecidos estão:

Coroa com safiras e quase 2.000 diamantes;

Colar com oito safiras e mais de 600 diamantes, que pertenceu à rainha Maria Amélia;
Colar e brincos de esmeraldas da imperatriz Maria Luísa, segunda esposa de Napoleão Bonaparte;
Broche com 2.634 diamantes da imperatriz Eugênia, adquirido pelo museu em 2008 por € 6,72 milhões (cerca de R$ 42 milhões).
O item mais valioso do acervo, o diamante Regent, de 140 quilates e avaliado em cerca de R$ 377 milhões, não foi levado.

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