Com motor de Hilux, a Van Hiace desembarca na Newland e vai dar dor de cabeça as adversárias

Com o Hiace, montadora japonesa deverá abocanhar uma boa parcela do segmento.

Conhecida por ter picapes (Hilux, Rav 4) e sedans (Corolla) mais vendidos do mundo, a Toyota, no Brasil, resolveu comercializar furgão ou vans com a Hiace no Brasil. Montada na Argentina desde o início de 2024, a rival de Fiat Ducato e da Mercedes-Benz Sprinter, já desembarcou em Fortaleza(CE), na autorizada Newland, para atuar no segmento de transporte de passageiros.

O câmbio é automático de seis marchas e com tração traseira.

Detalhe importante: o motor é o mesmo da badalada Hilux e promete ser o principal “chama” da inédita van japonesa. Na prática, a Hiace chega ao nosso país na configuração Minibus com espaço para 15 passageiros mais motorista por R$ 364.990. Valor parecido da picape média que sai por R$ 353.290 na versão SRX Plus AT. Bom salientar que a Toyota optou por trabalhar na mesma faixa de Ducato e Sprinter. Enquanto o veículo da Fiat tem preços entre R$ 375.990 e R$ 384.990, o comercial da Mercedes-Benz dispõe de mais configurações e pode chegar até a casa dos R$ 400 mil.

A “van da Hilux” começa a ser vendida, conforme apuramos, antes mesmo da estreia oficial de outra novidade importante da Toyota para o Brasil: o Yaris Cross. O SUV compacto, vale lembrar, seria apresentado em julho, mas atrasou e agora está programado para o mês de outubro.

Em termos dimensionais, a Toyota Hiace Minibus tem 5,91 metros de comprimento, 1,95 m de largura, 2,28 m de altura e 3,86 m de entre-eixos. A van pesa 2.640 kg e tem 1.140 kg de carga útil.

A bordo

Por dentro, a van tem painel com elementos posicionados junto ao motorista (em especial a alavanca de câmbio), console central com amplo porta-objetos, central multimídia de 9 polegadas, volante com comandos integrados e materiais de diferentes cores na composição do acabamento.

Mecanicamente, a Hiace adota o mesmo conjunto já usado por Hilux e SW4. Ou seja, motor 2.8 turbodiesel associado ao câmbio automático de seis marchas e tração traseira. Entrega 174 cv de potência a 3.400 rpm e 45,8 kgfm de torque a partir de 1.600 rpm. O trem de força será um dos principais argumentos de venda do utilitário, especialmente por ter ampla disponibilidade de peças no mercado e manutenção já conhecida.

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